êa!!!
| às 20:04
Estava em um lugar lindo, maravilhoso - Vale do Capão - que, se dependesse de minha vontade, lá ficaria até o resto dos meus dias. Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, voltei e aqui estou num início de semana louco, de muita produção aqui no Atelier. As novidades sairão do forno e virão direto para cá, juro! As camisetas que eu prometi não vieram pois a minha câmera deu "cuxipiu"!
Saudade de vir aqui ver vocês.
Um cheiro e muito Axé!!!!!!!!!
segunda-feira, dia de branco e de preto!
| às 20:33
Salve!!
Pssando por aqui para desejar a todos os visitantes, "amigos clientes" e "clientes amigos" uma semana de muita produção, muito trabalho, muita risada, amigos e coisas boas!
A cidade está cheia de turistas, meu povo! Vocês dão um colorido especial ao nosso verão, sejam todos muito bem-vindos!
Amanhã voltarei com as prometidas fotos das camisetas da semana passada que eu não tive tempo de postar!
Axé!
Saudades...
| às 23:24

salve, simpatias!!!!!!
| às 17:57
Boa tarde, pessoal!
Estou numa correria louca estes dias...encomendas mil e sem tempo para vir dar um oi. Agora, hora da minha ginástica laboral (rs), passei aqui para desejar-lhes uma semana produtiva e maravilhosa!
Sexta, sábado e domingo tem Feira Rio e eu preciso correr muito até lá!!!
Passo aqui antes disso para postar as novas peças! Tenho muitas novidades, viu? Quem aparecer lá no Rio Vermelho este final de semana não vai se arrepender!!
Beijos e Axé!!!!
Salve as forças de Oxalá!!!!!! Êpa Babà! Salve Nosso Senhor do Bonfim!!!!! Axé!!!
| às 10:38

A Igreja de Nosso Senhor do Bonfim é um templo católico, está localizada na Sagrada Colina, na península de Itapagipe, em Salvador, no Brasil.Monumento de fé, para nós baianos, a Igreja do Bonfim é o maior centro da fé católica, e ainda daquelas que, pelo sincretismo, têm no local o ponto máximo da religião.
As imagens de Nosso Senhor do Bonfim e de Nossa Senhora da Guia vieram de Portugal para a Bahia, através do Capitão da marinha portuguesa Theodozio Rodrigues de Faria, chegando no dia 18 de abril de 1745, num domingo de Páscoa e ficando abrigadas na Igreja da Penha, edificada na ponta da península itapagipana, até 1754.
Esta festa é considerada a mais importante das comemorações de largo de Salvador. Com data móvel, os festejos religiosos (a parte sacra da festa) consiste num novenário que se encerra no segundo domingo após o Dia de Reis.
A festa realiza-se no Largo do Bonfim, bem em frente à igreja, no alto da Colina Sagrada, na última quinta-feira antes do final do novenário e é marcada pela lavagem da escadaria e do adro da igreja por baianas vestidas a caráter, trazendo na cabeça água de cheiro (muito disputada entre os fiéis) para lavar o chão da igreja e flores para enfeitar o altar.
Nos cultos afro-católicos, o Senhor do Bonfim é sincretizado com Oxalá, segundo Verger, “sem outra razão aparente senão a de ter ele, nesta cidade, um enorme prestígio e inspirar fervorosa devoção aos habitantes de todas as categorias sociais” (1997: 259). Ocorre também uma aproximação entre a festa católica e a dos cultos afro-brasileiros, as “Águas de Oxalá“.
A festa da lavagem é atribuída à promessa de um devoto. Acredita-se que o ritual da lavagem teve origem nos tempos em que os escravos eram obrigados a levar água para lavar as escadarias da Basílica para a festa dos brancos, desde esta época um agradecimento do povo às graças concedidas pelo Senhor do Bonfim. Considera-se o ano de 1804 como o da primeira lavagem oficial.
O cortejo parte ainda pela manhã da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e vai até o Bonfim, arrastando multidões num percurso de aproximadamente 14 quilômetros. Uma presença certa nesta caminhada é a de autoridades civis e militares, artistas e personalidades da cidade de Salvador, da Bahia e do Brasil.
Até a década de 50 as baianas tinham acesso ao interior da Igreja, onde o chão era lavado “com energia e entusiasmo” (Verger, 1990: 11), até que as autoridades eclesiásticas limitaram a lavagem apenas ao adro da Igreja.
Paralelo aos festejos religiosos, há ainda a festa “profana”, marcada pela presença de barracas de comidas típicas e bebidas, desde o alto da Colina Sagrada.
A partir de 1998 a parte carnavalesca da festa sofreu uma intervenção imposta pela Prefeitura Municipal e pela Arquidiocese de Salvador que, numa tentativa de defender as tradições históricas da festa, promoveram um afastamento dos trios elétricos e caminhões de blocos alternativos que acompanhavam o cortejo desde a Avenida Contorno, muitas vezes sequer chegando à metade do percurso e de uma certa forma desviando e desvirtuando o caráter religioso do dia, promovendo um mini-carnaval com direito a todos os excessos que lhe são peculiares.No dia 12 de janeiro de 2000 foi inaugurada a nova iluminação da fachada da igreja. O projeto de iluminação evidenciou as pilastras e a torre dos sinos, ressaltando os elementos arquitetônicos e criando volumes.
História
A imagem do Nosso Senhor do Bonfim foi trazida em razão de uma promessa feita pelo capitão-de-mar-e-guerra da marinha portuguesa, Theodózio Rodrigues de Faria, que, durante forte tempestade prometeu que se sobrevivesse traria para o Brasil a imagem de sua devoção. Assim, em 18 de abril de 1745, réplica da representação do santo existente em Setúbal foi trazida de Setúbal, terra natal do capital, e abrigada na Igreja da Penha até o término da construção da Igreja do Senhor do Bonfim. Em 1754, a parte interna da Igreja do Senhor do Bonfim foi finalizada e as imagens transferidas para lá em procissão, onde foi celebrada missa solene.
A iluminação era feita através de lampiões até que em junho de 1862 foi implantada a iluminação pública, feita com lâmpadas de gás carbônico. As instalações elétricas realizadas em 1902 foram mantidas até 1998, quando a igreja foi restaurada.
A lavagem da Igreja teve início em 1773, quando os integrantes da “irmandade dos devotos leigos” obrigaram os escravos a lavarem a Igreja como parte dos preparativos para a festa do Senhor do Bonfim, no segundo domingo de janeiro, depois do Dia de Reis. Com o tempo, adeptos do candomblé passaram a identificar o Senhor do Bonfim com Oxalá. A Arquidiocese de Salvador, então, proibiu a lavagem na parte interna do templo e transferiu o ritual para as escadarias e o adro. Durante a tradicional lavagem as portas da Igreja permanecem fechadas durante a lavagem – as baianas despejam água nos degraus e no adro, ao som de toques e cânticos africanos.[1]
É uma das mais tradicionais igrejas católicas da cidade, dedicada ao Senhor do Bonfim, padroeiro dos baianos e símbolo do sincretismo religioso da Bahia
Foi erguida a partir de 1745, ano em que chegaram as imagens do Senhor Jesus do Bonfim e de Nossa Senhora da Guia, trazidas de Portugal pelo capitão Theodózio Rodrigues de Faria, estando concluída em 1772.
Em 1923, por razão das comemorações pela Independência da Bahia, foi composto o Hino ao Senhor do Bonfim, de autoria do poeta Arthur de Salles e João Antônio Wanderley. Este hino tornou-se muito popular na Bahia até os dias atuais.
Arquitetura
Construída em estilo neoclássico com fachada em rococó, essa típica igreja colonial portuguesa possui duas torres sineiras laterais. A Igreja do Bonfim de Salvador chama a atenção por suas dimensões e pela posição de destaque na elevação onde foi instalada.
Origem: Texto - Lavagem do Bonfim: Tradições e Representações da Fé na Bahia, Luís Américo Bonfim.
Amanhã, dia 07 de janeiro!!!!!
| às 23:41
Tanta novidade que vocês nem imaginam: batinhas, baby looks max, desenhos novos, novos orixás, enfim...tá tarde, eu estou com os dedos em bolhas de tanto costurar, minha coluna procurando um doador para realizar um transplante e, como diriam uns queridos amigos sergipanos: tá um calor do "cabrunco"!!!!!!
Amanhã eu posto as fotos das novas peças!
Bons sonhos...zzzzzzzz

Chá de sumiço...
| às 14:56
1ª promessa da lista de ano novo:
- Não deixar de aparecer no blog por tanto tempo!!!!
Encomendas, encomendas, encomendas que me tiram todo o tempo...mas prometo que em 2011 isso não vai mais acontecer. Palavra de escoteira!

Um feliz Natal e obrigada pelo carinho de sempre, pelas visitas ao Atelier lá no Rio Vermelho, pelas conversas maravilhosas, pelas surpresas, enfim...
Um obrigada especial aos meus clientes da internet, pelo fato de não me conhecerem e depositarem tanta confiança em mim e no meu trabalho.
Obrigada pela divulgação, pelas indicações e pela amizade construída e cultivada a cada dia!
Até 2011 com muitas novidades! Que Oxum e Yemanjá os protejam durante todo o ano de 2011 que está para chegar!
Muito obrigada, Axé!
Rebeca Spínola


























